segunda-feira, 7 de julho de 2008

JULHO DE 2018 >> Albir José Inácio da Silva

A página principal do site Crônica do Dia apresenta menus, banners, ícones e pop-ups que se misturam, aparecem e desaparecem, facilitando o acesso dos leitores. Os antigos diriam que a diagramação é um tanto caótica, mas olhos acostumados à revolução da informática transitam sem dificuldade pelas chamadas para dezenas de textos, notícias e outras informações.

Suspensas as negociações após novo bombardeio israelense. Crônica do Dia comemora vinte anos. Sonda espacial envia novas imagens de Plutão. Paula Pimenta emociona com carta à Paula de 2008. Metrô para Niterói tem inauguração prevista para dezembro. Carla Dias conduz o leitor num passeio musical pelos ritmos da alma. Candidato republicano obtém maioria com suspeita de fraude em Arkansas e Minnesota. Eduardo Loureiro fala sobre o lançamento do livro Crônica do Dia, uma coletânea representativa dos vinte anos do site. Trânsito no Rio: rodízio de placas não produz o resultado esperado. Marisa Nascimento fala de sua ligação com o Crônica do Dia, primeiro como leitora e depois como cronista. Comunidade Européia rejeita nova proposta do Mercosul. Pedro Cardoso nos leva nas asas da nostalgia até seus vinte anos. Playboy tem edição especial em julho com mulher graviola. Anna Christina fala dos últimos vinte anos com açúcar, afeto e chocolate. Bush se defende: não havia armas nucleares no Iraque, mas poderia haver. Débora Botcher faz acreditar que vale a pena viver mais muitos anos. Após dez anos Fluminense chega outra vez à final da Libertadores. Sandra Paes canta bolero em homenagem às duas últimas décadas. Três mulheres já estão na disputa pelo Palácio do Planalto.

E prossegue o século XXI, jovem ainda, entre crônicas e notícias, bombas e atentados, exploração e desigualdade, misturando dor e beleza, poesia e lamento, medo e encantamento. E o simples prosseguir já é motivo de comemoração. Comemoremos. É tempo de contar o tempo.

E como o tempo é segunda-feira, a exemplo dos outros cronistas, eu também preciso falar dos vinte anos do Crônica do Dia. Falar de como foi enriquecedora a convivência com escritores e leitores. Relembrar a indicação de Cláudia, a Letti, e a calorosa recepção há dez anos. Dizer como pude fazer amigos, refletir e me emocionar durante esse tempo.

Mas, por precaução, como o futuro é incerto e traiçoeiro, melhor antecipar um pouco essa fala. Para garantia de que seja dito, melhor que se diga logo. Uns dez anos antes.

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8 comentários:

Paula Pimenta disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Paula Pimenta disse...

Amei, Albir! E quem conseguiu emocionar foi você, com essa retrospetiva futurista! :)

Eduardo Loureiro Jr. disse...

Albir, perfeita conclusão dessa semana de festa. Surpreendente! :)

Carla Dias disse...

Quando falamos em tempo, apontamos o passado, porque ele foi vivido. Ao futuro, sempre reservamos o "pode ser".

Mas você não teve dúvida e o escreveu futurista, independente do que ele realmente será daqui a 10 anos.

Achei genial, Albir!

Marisa Nascimento disse...

Albir, sua sensibilidade foi magnífica, mais uma vez, com suas quase profecias futuristas. Ri muito da mulher graviola. :)
E, claro, fiquei emocionada por ter lembrado de mim. Mas...apesar de lisonjeada com a lembrança, tenho que dizer que nasci para ser platéia. E é uma emoção maravilhosa diante do espetáculo que vocês, cronistas do Crônica do Dia, reservam para o público aqui! :)

Debora Bottcher disse...

Ai, Albir, Esse jeito de escrever emociona, faz rir e sorrir... És um homem encantado? :)
Beijo.

C Letti disse...

Que bom ter você como amigo e colega ha dez anos, Albir. Débora, sensível, acertou em cheio, um homem encantado. E encantador. :)
beijo grande!

albir disse...

Paula, a idéia foi sua, de brincar com o tempo.

Eduardo, parabéns pelos 10 anos e pelas comemorações.

Carla, falar do presente e do passado tem as amarras da realidade. O futuro não tem parâmetros.

Está certo, Marisa. Mas, de vez em quando, reconsidere...

Que gentileza, Debora! O site é encantado...

Tia Cláudia, que bom lê-la! Que saudade de ouvi-la! Beijo na Tia Rachel.