Mora ali, naquele canto. Às vezes, sai para um passeio pelo por aí, mas sempre volta. Dizem que sabe nada sobre aventurar-se. Porém, sai por aí, vez em quando, mas sempre volta.
Sempre volta.
Mora ali, nas indecisões. Não raro, pega-se a vasculhar possibilidades: e se? E se? E se?
E se?
Então, cala os questionamentos e se encolhe no seu ali. Não há lugar que conheça melhor do que aquele lugar, onde é capaz de acalmar seus barulhos internos e ser livremente...
Quem?
Dia desses, observou uma mãe abraçar seu recém-nascido, como se o protegesse do tudo de ruim. Percebeu que aquele era o ali daquela criança, que resmungou e, em seguida, sorriu. E também um moleque faceiro que, depois de muito tempo a brincar com seu cachorro, sentou-se no chão, exausto, e o bicho se ajeitou aos pés dele, exausto. Ali era o ali daquele ser. O ali no qual ele se sentia seguro para curar exaustão.
Mora ali, onde os olhares nem sempre alcançam ou as palavras ecoam. Há vazio de monte naquele ali. Há silêncio …
Sempre volta.
Mora ali, nas indecisões. Não raro, pega-se a vasculhar possibilidades: e se? E se? E se?
E se?
Então, cala os questionamentos e se encolhe no seu ali. Não há lugar que conheça melhor do que aquele lugar, onde é capaz de acalmar seus barulhos internos e ser livremente...
Quem?
Dia desses, observou uma mãe abraçar seu recém-nascido, como se o protegesse do tudo de ruim. Percebeu que aquele era o ali daquela criança, que resmungou e, em seguida, sorriu. E também um moleque faceiro que, depois de muito tempo a brincar com seu cachorro, sentou-se no chão, exausto, e o bicho se ajeitou aos pés dele, exausto. Ali era o ali daquele ser. O ali no qual ele se sentia seguro para curar exaustão.
Mora ali, onde os olhares nem sempre alcançam ou as palavras ecoam. Há vazio de monte naquele ali. Há silêncio …