Zoraya Cesar

 


Ande pelo caminho reto e não tenha rabo preso com ninguém. Essa é a filosofia de vida de  Zoraya Cesar Calheira dos Santos, que só assina como Zoraya Cesar. Nós, do Crônica do Dia,  já acostumados com o grande números de mortes que emergem de sua caneta, sabemos o quanto isso é verdade: os personagens tortos e de rabo preso que se cuidem! A justiça se fará, de um jeito ou de outro.

Mas não se engane, há muita espiritualidade nessa assassina literária, que escreve, talvez para exorcizar os demônios, talvez por desejo. Ela conta vir de uma família em que a diversidade religiosa se fazia presente, e, de vez em sempre, quando lemos o que ela escreve, as referencias a essa diversidade se fazem presente.

Outras referencias se apresentam da própria vida, que ela traz com grande toque de humor. Outras ainda vem dos livros. Desde pequena lia de tudo, de romances baratos, a livros de espionagens, livros clássicos e muita história em quadrinho. Gosta de filmes policiais e de espionagem desde muito pequena.

Carioca da gema do ovo, conta que, quando mais jovem, se achava esquisita e bicho do mato. E muito tímida e distraída. Mas  já fez montanhismo, Krav mangá e intercambio na Alemanha. Tem medo de descobrir, na hora da morte, que não aproveitou a vida como deveria.

Formou-se em fisioterapia, pois queria ajudar pessoas e trabalhar num campo de guerra. Mais tarde, fez jornalismo, para realizar o sonho de ser escritora. O serviço público chegou, trazendo a segurança de que sempre teria condições de escrever. 

Queria muito ser agente do FBI e rica como o Tio Patinhas. Também quis ser astronauta da Nasa. Esses sonhos não realizou. Ainda bem. O que seria dos seus leitores, Zoraya Cesar, se essa sua fértil imaginação não nos presenteasse com suas crônicas justiceiras?

Zoraya escreve contos sobrenaturais e de suspense; policiais e urbanos. Um romance aqui e ali. E muita morte, vingança, redenção. Finais felizes também tem, aos montes. Uma amiga escritora, Nádia Coldebella, presente neste blog, a apelidou de Lady Killer e seus contos não desmentem o apelido, que vingou.

Aqui no Crônica escreve desde 2011. Você pode ler suas produções clicando no ícone abaixo.


Escritora versátil, tem 4 audiolivros lançados pela Tocalivros, editora de áudios. Você pode saber mais sobre os audiolivros clicando nos ícones abaixo.

 




Ela ainda escreveu "Contos curtos para viagem" (livro independente) e o e-book "A viúva e outros contos", que você pode conhecer abaixo.


Também tem contos publicados em antologias. Na alemã Grenzelos (Ed. Arara Verlag - org. Marcelo Nocelli), com o conto Biografia não autorizada; e na Coletânea Nada Elementar (org. Bia Machado), com o conto Minha vida com Amelinha. Você pode clicar nos ícones abaixo para saber mais.
 

 



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