domingo, 1 de janeiro de 2012

2012: O JOGO E SUAS REGRAS
>> Eduardo Loureiro Jr.

A editora de jogos CRESÇA 
tem o prazer de apresentar as regras 
do mais aguardado jogo dos últimos tempos...


2012: O FIM OU A ETERNIDADE?
7 bilhões de jogadores, de 0 a 115 anos

Segundo registros de uma antiga civilização, o mundo em que vivemos acabará em 21 de dezembro de 2012. A Terra, como a conhecemos, será devastada por catástrofes naturais e a humanidade não sobreviverá. Estará mesmo o destino de nosso planeta determinado por um velho calendário Maia? Podemos fazer alguma coisa para mudar o rumo dessa trama? Há como salvar o planeta ou salvar a nós mesmos? Será possível sobreviver com um mínimo de baixas? Descubra por si mesmo, ou melhor, junte sua turma e venha solucionar o enigma de 2012.

COMPONENTES:
- Um gigantesco tabuleiro tridimensional magnético, em forma de esfera, representando o planeta Terra, de superfície modelável e em cujo interior há um relógio com mecanismo de autodestruição. Há ainda dois botões, um no polo superior e outro no polo inferior da esfera.
- 7 bilhões de pequenos peões imantados, representando os habitantes do planeta.
- 20 cartas referentes a arquétipos ou imagens primordiais: a Grande Mãe; o Velho Sábio; o Herói; o Si-mesmo; a Morte; o Guerreiro; a Amante; o Louco; a Sacerdotisa; o Eremita; o Mestre; o Diabo; o Órfão; o Salvador; a Cobra; o Leão; a Fênix; o Sol; a Lua; a Esperança.
- Ilimitadas cartas em branco, a serem preenchidas pelos jogadores.

OBJETIVO DO JOGO:
- Fazer com que todos os habitantes convivam em harmonia entre si e com o planeta.

PREPARAÇÃO:
1. Cada jogador coloca seu peão sobre o tabuleiro no local e da maneira que achar mais conveniente.
2. As cartas de arquétipo são embaralhadas e, com a face voltada para baixo, oferecidas a cada jogador, que pega uma das cartas, vira-a apenas para si, memoriza seu conteúdo e a coloca novamente no conjunto de cartas, que é oferecido ao jogador seguinte até que todos tenham escolhido e memorizado uma das imagens primordiais.
3. Cada jogador pega de uma a três cartas em branco e a(s) preenche (com texto e/ou desenhos) com características que utilizará durante o jogo.
4. O relógio é configurado para 1º de janeiro com data de autodestruição definida para o dia 21 de dezembro.

SEQUÊNCIA DE JOGO:
Os jogadores cujos peões estiverem posicionados mais a leste da esfera dão início ao jogo. Os demais seguem em sequência. As jogadas são feitas simultaneamente, devendo cada jogador descansar durante um terço do tempo de jogo, em intervalos regulares, a cada vez que o relógio mudar de dia. Na sua vez de jogar, cada jogador pode realizar as seguintes ações:
1. Relembrar sua carta-arquético.
2. Escolher qual, ou quais, das suas cartas autopreenchidas utilizará naquela rodada.
3. Mover-se para onde desejar.
4. Modelar a superfície da esfera da maneira como pensa que trará mais harmonia para o jogo.
Durante qualquer das ações acima, o jogador poderá interagir livremente com outros jogadores.
Ao final de suas ações, antes de descansar, cada jogador deve indicar seu grau de satisfação com o jogo até então. Caso se sinta em harmonia com os demais jogadores e com o planeta, deve apertar o botão superior; caso esteja desconfortável e pessimista quanto ao andamento do jogo, deve apertar o botão inferior. O mecanismo interno da esfera recalcula, após cada jogador pressionar um dos botões, o ritmo em que o jogo prosseguirá. Quanto mais jogadores pressionarem o botão superior, mais lentamente o tempo passará; quanto mais jogadores pressionarem o botão inferior, mais rápido os dias mudarão.

O FIM DO JOGO:
Como se trata de um jogo marcadamente cooperativo, ou todos perdem ou todos ganham.
Os jogadores perderão a partida se o relógio chegar ao dia 21 de dezembro. Haverá uma grande explosão e a esfera se autodestruirá, derretendo todos os peões.
Os jogadores ganharão o jogo se, apertando todos o botão superior, interromperem a passagem do tempo, mantendo-se num constante presente, atingindo assim a vida eterna.

Boa diversão!



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10 comentários:

Marisa Nascimento disse...

Eduardo,
quando leio você, só me resta apertar o botão superior contínuas vezes.

Denise disse...

Edu, você é genial! Espero que cresçamos o bastante para acionar o botão superior. Beijo

Alba Mircia disse...

Que lindo, Querido! A ideia e sua transcrição na esperança de aprendermos a colaboração!

Anônimo disse...

Pense, começou o ano foi inspirado hein. Adorei. Beijos. Sabrina

albir disse...

Edu,
Muito bom seu apito inicial. Como não há garantia de vitória, comemoremos o jogo. O jogo é o que temos.

Eduardo Loureiro Jr. disse...

Apertemos, Marisa, apertemos. :)

Denise, "genial" é o meu elogio preferido. :) Grato.

Grato por jogar comigo, Querida.

Inspirando e expirando sempre, Bina.

Sábio, Albir.

Zoraya disse...

O desafio desse jogo é que nao escolhemos nem os arquétipos nem os parceiros. Temos que nos virar para representar o papel que nos coube e nos esforçar para que os parceiros tenham um objetivo comum. Ô,Edu, vc nao quer patentear esse jogo e distribuir nas escolas, nas praças, empresas, por aí não? Talvez ainda dê tempo.

Eduardo Loureiro Jr. disse...

Que bom que nossos peões se encontraram Zoraya. Só não posso patentear o jogo porque não sou o Criador dele. :)

fernanda disse...

Tem dez minutos que eu tô matutando sobre o que escrever nas minhas cartas em branco...genial desafio!

(E olha que eu nunca entendo os manuais dos jogos)

Eduardo Loureiro Jr. disse...

Fernanda, já pensou em escrever, e até desenhar "CURINGA"? :)