terça-feira, 18 de agosto de 2015

AQUELES NOMES >> Clara Braga

Neon teve um rolo com a Pólen, pena que não deu certo, imaginem só os nomes dos filhos! Provavelmente seria algo como o nome da filha daquela outra mulher, a Floresta!

A amiga grávida sempre quis ter uma filha para chamar a menina de Adrenalina. Como? Adriana Lina? Não, Adrenalina mesmo! Imaginem o alívio quando ela disse que sente estar esperando um menino e o nome será João!

Aquele colega antigo de escola que eu nunca mais vi parece que teve uma filha, não vejo a hora da menina ter idade para ter Facebook e eu possa descobrir o nome dela. Lembro que o sonho dele era ter uma menina linda para batizá-la de Feia!

O Letisgo e a Madeinusa nunca chegaram a se conhecer, graças a Deus!

Aqueles alunos com muitas consoantes juntas no nome fizeram a professora repensar, chamada para quê? Juro que estou vendo todos aqui!

A Primavera só é Clara porque não pôde ser Primavera Prateada!

A Raquesh, por intervenção da avó, se chama Ágatha. Se ainda estivéssemos na época do ICQ ou do mIRC, provavelmente seria Hta ou A_gata!

Enfim, poderia seguir com uma lista interminável de nomes que não são comuns, e inevitavelmente passaria por Zabelê, Nanashara e Sarah Sheeva. Nos perguntaríamos como elas puderam continuar com esses nomes e afirmaríamos sem nenhuma dúvida: se fosse eu, já teria trocado de nome! Mas será mesmo?

Nome parece ser isso, a princípio só esse conjunto de letras que nos identifica, mas no final ganha idade, cheiro, cor e sabor. É parte da nossa identidade, e por mais diferente que pareça, a Floresta não seria a Floresta se ela se chamasse Maria. 



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Um comentário:

Eduardo Loureiro Jr. disse...

Adoro esse assunto, Clara.
Tão inesgotável quanto a criatividade de certos pais. :)