sexta-feira, 28 de novembro de 2014

CAIR E LEVANTAR >> Paulo Meireles Barguil


"O que dá pra rir, dá pra chorar" é um ditado popular que expressa o quanto a vida é subjetiva.

Um mesmo acontecimento pode ser sentido de forma antagônica por diferentes pessoas: as competições, esportivas ou não, exemplificam facilmente essa situação.

Há, também, aqueles momentos trágicos, que, após várias rotações e translações — da Terra e nossa — são motivo de alegria e alívio para a mesma pessoa que quase naufragou no passado.

O inverso também é frequente: momentos maravilhosos que, sem percebermos, escorrem entre os nossos dedos.

Não há como segurá-los...

Eles se vão e nos deixam um gosto amargo na boca e lágrimas que parecem não ter fim.

Como é possível se falar em manter o equilíbrio para alguém que acaba de cair no chão?

É claro que há uma diferença — substancial! — entre ter sido empurrado ou tropeçado...

O que importa, mesmo, é que há de se aceitar que cair faz parte da vida e o desafio é aprender a se levantar o mais rápido possível, em vez de ficar chorando e bradando que a vida não é justa.

Sim, é verdade: a vida não é justa, nem, tampouco, injusta.

Ela, simplesmente, o é!

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