segunda-feira, 11 de agosto de 2008

PAI >>> Albir José Inácio da Silva

Já não ouço a flauta
nem lhe advinho os passos

Levou voz e sorriso num único vôo

Ficou o canto em que se sentava
que pode ser cama
caso chorar eu queira

Mas também poderia ser colo
não fosse cadeira

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3 comentários:

C Letti disse...

Acho que consigo sentir a mesma coisa. Poema de falta é crônica. *;)
beijo, Albir!

C Letti disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Marisa Nascimento disse...

Albir! Que poesia de ausência carregada de presença!