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VAGA-LUME >> Paulo Meireles Barguil

Ontem, deitado na rede, enquanto escutava a sinfonia de sapos e grilos, pensei se alguma noite eu veria ali um besouro luminoso.

Para minha grande surpresa, segundos depois, avistei um pequeno clarão acima da grama.

Antes que eu pudesse esfregar os olhos, o ponto piscou em outro lugar.

Durante alguns minutos, ele se movimentou em várias direções.

Perplexo, agradeci ao Universo o ocorrido, pois compreendi que eu, também, sou um vaga-lume.
 
De vez em quando, eu clarifico algo: aqui, ali ou acolá.


[Crônica referente a 24 de maio de 2019, a qual foi publicada na data, mas, por motivos desconhecidos, quando a consultei no dia seguinte, constava apenas como rascunho! Considerando que eu não fiz um print, não tenho como provar...] 

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