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PORTA ABERTA >> Paulo Meireles Barguil

Desde a adolescência, desejei morar em um local que eu tivesse maior contato com a natureza.

Há pouco mais de um ano, vivencio isso.

Um bônus dessa situação é deixar a porta aberta, sem qualquer receio, quando quero. 

Outro dividendo é andar tranquilo em várias ruas, independentemente do horário.

A única exceção são os cachorros grandes que moram numa casa, os quais ficam latindo e pulando quando eu passo na calçada do outro lado da rua.

Eles me lembram algumas pessoas, com as quais, sempre que possível, adoto o mesmo procedimento.

Evito passar em frente.

Se for indispensável, o faço mantendo distância.

Os caminhos são infinitos...

Comentários

Albir disse…
Que inveja, Paulo!
Carla Dias disse…
assim como Albir, bateu uma invejinha, só que bem menor do que meu desejo que haja sempre esse lugar bacana onde você queira estar, apesar dos cachorros enlouquecidos.