quinta-feira, 1 de setembro de 2016

ZERO EM SUPERAÇÃO >> Mariana Scherma

Não sou de fuxicar a vida dos casais famosos e ficar especulando relações. Mas também não sou um alien e acaba acompanhando alguns. Cada relacionamento é um mundo próprio, nada é como parece ser, mas, sei lá, sou fã de alguns casais. Exemplo: quando Brad Pitt começou a namorar Jennifer Aniston achei a perfeição. Eles sempre combinaram. Nunca vou esquecer o episódio de Friends em que Brad participou – estava na cara que tinha tudo a ver e ele estava feliz da vida. Mas aí veio a Angelina Jolie (insira aqui seu emoji de raiva)... E já era. Até hoje eu evito filmes da Jolie (com exceção de O Turista porque tem o Johnny Depp e Veneza). Peguei birra. Jennifer já superou há tempos, Brad e Angelina tem 487 filhos. Mas peguei birra. Não superei.

Marcelo Novaes e Letícia Spiller são outro casal insuperável. Eu os adorava naquela nova, acho que era Quatro Por Quatro. Eles tiveram filho, foram felizes, separaram e pronto: nunca mais esqueci. Apesar de esses dois eu não acompanhar tanto, nem sei com quem se casaram depois. Mas fica o imaginário da ficção. Parece que esses casais atores vão ser sempre felizes e juntos. Felizes eles continuam sendo, imagino, só que não juntos. Quase morri de amor ao saber que eles voltam a ser par romântico na nova novela. Talvez torça pra um reencontro romântico na vida real mais que o filho dos dois. Sou dessas.

Quando começaram os boatos da Fátima e do Bonner, só pensei: onde tem fumaça, tem fogo. Sou jornalista faz tempo pra ficar atenta a esses boatos, ao mesmo sem me importar muito com eles. Uma hora a verdade chega. Chegou. Gente, como assim? Foi tão lindo quando a Fátima teve os trigêmeos, quando Bonner, em alguma copa aí, perguntava “por onde anda Fátima Bernardes”. Mais um ex-casal pra minha lista de insuperáveis.


Ninguém sabe o que acontece dentro de cada casa e cada relacionamento. E ninguém tem nada ver com isso. Pessoas românticas talvez se agarrem a esses exemplos de felicidade (assumo) e fica difícil deixar ir depois. Só espero que o amor que uniu esses casais não se perca por aí. Aquela velha história de que o amor ainda existe, só que com outra roupagem. Amor é uma coisa. Convivência é totalmente diferente. Os pequenos defeitos vão ficando gigantes. O tempo, ao mesmo tempo que conserta e faz a poeira baixar, deteriora. Não existe pra sempre. Nada é eterno. Esses finais felizes das histórias infantis estragam a gente.


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2 comentários:

Ediani Oliveira disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ediani Oliveira disse...

Sou aprendiz de jornalista (quase formada, eba) e nunca irei superar o fim do término de relacionamento do casal mais top da profissão mais top. Fátima e William sempre <3