E AGORA? >> Paulo Meireles Barguil

A situação pode ser trivial ou importante.


O acontecimento pode ser no final, antes do esperado ou depois do combinado.


Ele pode ser o desejado, o rejeitado ou o sequer imaginado.


Para ele, não há hora adequada ou inconveniente.


Também não interessam as peculiaridades do destinatário: escolaridade, saúde, etnia...

 

Apesar de todas estas variáveis, quando ele desponta, a reação da pessoa costuma ser a mesma:


– E agora?

Comentários

Zoraya Cesar disse…
Paulo, vc, como sempre dando umas sacudidelas de leve na nossa consciência para ver se ela acorda. Pois é, a gente pode até pensar q está preparado para o q há de vir, mas nosso espanto é sempre o mesmo. Amei essa! E agora?
Albir disse…
Muito interessante, Paulo! A perplexidade e a respiração suspensa sempre nos alcançam, mesmo quando sabíamos tudo há apenas um minuto.

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