SENHA >> PAULO MEIRELES BARGUIL
Ela existe para proteger.
Na era analógica, uma palavra, um gesto ou um objeto.
Com o advento dos computadores, para defender arquivos e sistemas, ela se tornou mais refinada.
No início, alguns dígitos – letras e/ou algarismos – eram suficientes.
Para aumentar a segurança, várias mudanças foram implementadas.
A quantidade mínima de caracteres passou para oito, além da necessidade de símbolos e de letras maiúsculas e minúsculas.
Antes eterna, agora ela tem data de validade!
Biometria digital, facial, ocular...
Autenticação em duas etapas.
Paralelamente, para contextos mais sofisticados, existe a criptografia, que embaralha a mensagem, depois de emitida, para que ela não seja interceptada durante a transmissão, e a organiza quando chega no destino.
Todas essas tecnologias objetivam manter os hackers distantes, mas eles estão sempre na espreita.
Existem outros gatunos, que tentam de diversas maneiras – ligação telefônica, mensagem de SMS, e-mail, clonando contas de redes sociais... – acessar os nossos segredos para subtrair dinheiro de contas bancárias, fazer compras com cartões de crédito e o que mais for possível.
Quem nunca foi vítima dessas quadrilhas?
Para facilitar a lembrança do sigilo, fazemos o que não é recomendável: utilizamos data de aniversário e sequência numérica, adotamos a mesma chave para múltiplas contas...
Por vezes, somos obrigados a inventar um Personal Identification Number (PIN) que destoa do usual.
Com tantos equipamentos eletrônicos e aplicativos, é indicado criar uma lista com as respectivas combinações, mas nem sempre ela está atualizada.
Quem nunca se esqueceu do código?
Imagem criada, em 26 de junho de 2026, pelo Gemini a partir do comando "Crie uma imagem, sem palavras, inspirada em Vik Muniz, sobre senha"]



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