CHEGAR >> PAULO MEIRELES BARGUIL


... só acontece após movimento.

 

Às vezes, um pouco é suficiente.

 

Em outras, nem com muito se consegue.

 

De um lado para outro.

 

De cima para baixo.

 

Ora para frente, ora para trás. 

  

Em silêncio, sussurrando, conversando, rindo, gemendo, chorando, gritando...

 

Com olhos fechados, semicerrados, abertos ou arregalados. 

 

Sozinho ou acompanhado.

 

As paradas – breves e/ou demoradas – possibilitam variados ajustes.

 

Indispensável é ter objetivo, nem que seja não tê-lo!

 

  

[Imagem criada, em 1º de maio de 2026, pelo Gemini a partir do comando "Crie uma imagem, sem palavras, inspirada em Henri Matisse, sobre chegar"] 

Comentários

  1. A chegada que interrompe, nem que seja pra recomeçar.

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  2. Que poema lindo Paulo!! Arrasou, como sempre!!

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  3. Que sacada genial essa! Algo tão simples como 'chegar' na verdade nao tem nada de simples, né?

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