dia de show - parte 1 >> whisner fraga



alguém afirmava, em uma mensagem em um grupo do facebook, que muitas pessoas iam para a porta do memorial da américa latina para vender ingressos a valores mais em conta,

 não havia nada programado, mas foi o suficiente para nos animarmos,

bora tentar?, bora,

um monte de banda que eu queria ver, com destaque para o violator, krisiun, trovão e, principalmente, o udo dirkschneider, que tocaria novamente o balls to the wall na íntegra,

se o sábado já havia sido bom, com o fantástico tankard, o inacreditável onslaught, o domingo não deixaria a desejar,

fomos,

na porta eu barganhava a melhor oferta, um pouco impaciente, pois o barulho comia solto lá dentro,

feito o acordo, entramos,

de cara, a primeira surpresa: encontro o companheiro alessandro thomé, escritor e metaleiro de mão cheia, muito bom rever o amigo, bom papo, algumas fotos e pronto, seguimos para o violator, com um show bastante bom e bastante politizado, maravilha,

olhei a programação e estava rolando sessão de autógrafos com o udo e banda (incluindo aí o mestre peter baltes), de maneira que fomos para a fila, mesmo sem a senha,

demos sorte, o alemão estava em um raríssimo bom dia e permitiu que entrássemos,

só de tirar foto com as duas lendas eu já estava contente, podia voltar para casa e contar a façanha para os amigos, mas a noite reservava muito mais,

na próxima crônica eu conto o resto.

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