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FELLINI, AGORA EU TE ENTENDO >> ANDRÉ FERRER

IMAGEM: Gemini   O lugar mais democrático de qualquer cidade costumava ser o cinema. Lembro-me de que o Cine Terracota se transformava num caldeirão. Antes e depois das sessões, fatos curiosos aconteciam por causa do choque entre as diferenças. Na entrada ou na saída, presenciava-se ou, na pior das hipóteses, protagonizava-se algum esbarrão. Na verdade, o organismo citadino era bastante medíocre. Os espíritos que o animavam tinham dois polos bem definidos. Um risco no chão era feito e, a partir daí, qualquer antagonismo só dependia do lado escolhido. Em Terracota, esse jogo foi e sempre será pautado por duas cores: o preto e o branco. Já no cinema, quando a projeção começava, ninguém era diferente. Riso, tensão e medo nos igualavam durante o filme. O incômodo era suspenso até o acender das luzes. A cidade onde eu nasci é um lugar esquecido pelo bom senso. Terracota pode crescer e até virar uma metrópole. Suas ruas podem se atirar ferozmente sobre as plantações vizinhas e as reduz...

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