TER OU NÃO TER? >> JANDER MINESSO
Um dos meus passatempos favoritos são os jogos de tabuleiro. Inclusive, tenho uma coleção com dez deles. Se eu tivesse meia dúzia já seria o bastante. Era bem isso que passava pela minha mente enquanto aproveitava uma pausa no trabalho para navegar por um site de ofertas. Procura daqui, clica dali, encontrei um jogo por um preço razoável e que me pareceu interessante. Nele, somos arqueólogos e temos que nos dividir entre pesquisas acadêmicas sobre civilizações antigas e escavações em sítios arqueológicos. O objetivo? Buscar relíquias dessas civilizações para fazer mais pontos que os adversários. Conforme frisei antes, ninguém que tem vinte jogos precisa de mais um. Então, fechei a janela do navegador e voltei ao trabalho. Mas um eloquente Indiana Jones dentro de mim resolveu questionar essa decisão. Ele insistia que poucas coisas seriam mais legais do que encontrar um tomo ancestral numa biblioteca em Roma que me levaria a descobertas únicas enterradas nos arredores de Luxor. Enq...









