O COVEIRO. A MORTE. A VIDA. E O VAQUEIRO - 2a parte >> Zoraya Cesar
Primeira parte: o defunto pediu para não ser enterrado antes que pudesse fazer justiça na terra dos vivos O coveiro aquiesceu e, durante o tempo que conviveram, criaram um insólito laço de amizade. Quando, finalmente, o defunto partiu em sua missão, uma nova aventura começou para ambos. trilha sonora para acompanhar a história O coveiro passou um café. O defunto não aceitou, claro. E começaram a entabular uma conversa que durou longos dias e longas noites, interrompidos apenas quando o dever ou o sono inapelável clamavam pelo coveiro. Era um vaqueiro, contou o defunto. E, nesse momento, o coveiro decidiu que assim se referiria a ele. Aquela ‘pessoa’ era muito mais que um corpo morto. Estava, por assim dizer, vivo. Entre cafés e enterros, o vaqueiro contou sua vida como caçador de recompensas, ajudante de xerife e, finalmente sua volta às origens: cuidar de gado. Juntou dinheiro suficiente para virar um pequeno rancheiro, conhecera uma moça para casar e es...








