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Crônicas diárias de escritores brasileiros. Todo dia, um texto novo. Para fãs de literatura que buscam leituras rápidas, únicas e instigantes.
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Minimalista e completo. Genial !
ResponderExcluirAcordei feliz e dei uma revisada na minha lista de compras, abri meu facebook e me lembrei que hoje é o dia de sua publicação. Que vazio no estomago, quanta realidade condensada em poucas linhas. Estou revendo a minha lista de prioridades, obrigado.
ResponderExcluirSer acordado por um verdadeiro soco da verdade no estomago ! Obrigado por nos fazer refletir!
ResponderExcluirO mago nos abrindo as variantes.
ResponderExcluirÓtima reflexão!!! Infelizmente, faço parte desse clima natalino cheio de palavras e poucas ações.
ResponderExcluirTriste realidade, onde as pessoas realmente não tem o espírito natalino, que é a paz, generosidade e o amor ao próximo.
ResponderExcluirHoje vemos o significado do natal como um consumismo, não vou ser hipócrita de dizer que não gosto de ganhar presentes, mas devemos parar e pensar nas pessoas que não tem nada nesse natal, fazer um exame de consciência.
Realmente um soco no estômago meu amigo 👏👏👏
Natal, a data em que os fariseus tornam a desprezar o menino pobre. Muito para refletir neste seu poema.
ResponderExcluirEconômico em palavras e abundante em reflexões. Bravo maestro!
ResponderExcluirO natal do Brasil do capitalismo versus desigualdades sociais. Políticas públicas seriam um bom presente para direitos iguais. Direitos humanos. Quem sabe os governantes tenham isso em seus projetos para o próximo natal.
ResponderExcluirPoesia direta e forte, Branco. Parabéns!
Brilhante !
ResponderExcluirÉ uma realidade, infelizmente. Mas o final pode ser diferente.
ResponderExcluirPropício para repensarmos...
Perfeito! quase um hai kai, que, em vez de terminar numa conclusão explosiva de ternura, nos explode de tristeza. O poema foi num crescendo de decadência e realidade em tão poucas palavras que parecia impossível! Inclino-me, my lord, em silêncio.
ResponderExcluirÉ natal e comemora-se a crucificação do mendigo.
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